
A seleção do Egito viveu um episódio inesperado fora das quatro linhas logo após conquistar uma vitória histórica na Copa do Mundo de 2026. Depois de derrotar a Nova Zelândia por 3 a 1 e assumir posição de destaque no Grupo G, a delegação egípcia teve seus planos de viagem alterados pelas autoridades norte-americanas.
A equipe pretendia seguir diretamente de Vancouver, no Canadá, para Seattle, nos Estados Unidos, cidade que receberá o confronto decisivo contra o Irã pela última rodada da fase de grupos. No entanto, o pedido para permanecer na cidade foi negado, obrigando a delegação a retornar para Spokane, sua base de treinamento durante o Mundial.
Segundo a Federação Egípcia de Futebol, a mudança de logística ocorreu após uma decisão das autoridades de segurança locais. O objetivo da comissão técnica era reduzir o desgaste físico dos jogadores e evitar deslocamentos extras antes da partida considerada fundamental para a classificação às oitavas de final.
A FIFA informou que tentou atender à solicitação da seleção africana, mas questões operacionais e outros eventos já programados em Seattle impediram que os recursos de segurança necessários fossem disponibilizados a tempo.
Apesar do contratempo, o ambiente dentro da delegação segue de confiança. Liderado por Mohamed Salah, o Egito soma quatro pontos e depende apenas de um empate diante do Irã para confirmar uma classificação histórica ao mata-mata da Copa do Mundo.
O episódio chamou atenção da imprensa internacional e aumentou os debates sobre os desafios logísticos enfrentados pelas seleções durante o Mundial realizado em território norte-americano. Enquanto busca superar os obstáculos fora de campo, o Egito segue focado em escrever mais um capítulo inédito em sua trajetória na competição.
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