
Dando continuidade às ações de combate à violência doméstica e familiar, na manhã desta sexta-feira, 4, policiais plantonistas da 9ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Paraíso do Tocantins, efetuaram a prisão de um indivíduo de iniciais G.B.S., de 31 anos, investigado por descumprir medidas protetivas de urgência deferidas em favor de sua própria mãe.
O delegado-regional José Lucas Melo informa que o fato passou a ser investigado ainda na última quarta-feira, 2. “Na ocasião, a mãe, de 64 anos, o irmão e padrasto vieram até a sede da 9ª Central, onde a mulher informou que há alguns dias, o próprio filho tinha feito ameaças contra ela, agredido o irmão e proferido ofensas contra o padrasto”, informou.
Na ocasião, foi registrado Boletim de Ocorrência, sendo que a mãe do suspeito requereu medidas protetivas, as quais foram deferidas na última quinta-feira, 3. Ocorre que, ao tomar conhecimento da existência da medida protetiva em seu desfavor, na manhã desta sexta-feira, o indivíduo foi novamente até a residência da mãe, onde passou a causar tumulto, reafirmando as ofensas e ameaças já feitas anteriormente.
Diante dos fatos, a equipe da 9ª Central da Polícia Civil foi acionada e os agentes plantonistas conseguiram localizar e prender, em flagrante, o homem por quebra de medida protetiva de urgência.
Preso, o suspeito foi conduzido até a sede da 9ª Central para a realização dos procedimentos legais cabíveis. Posteriormente, ele foi encaminhado à Unidade Penal Regional de Paraíso, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
O delegado José Lucas ressalta a importância da prisão e reafirma o compromisso da Polícia Civil no combate à violência doméstica e familiar. “Esse é mais um caso, onde o cidadão estava intimidando, agredindo, ameaçando e pondo em risco seus próprios familiares. Desse modo, a pronta intervenção da Polícia Civil foi primordial para resguardar a integridade física e psicológica da mãe, do irmão e do padrasto do autor”, frisou o delegado.
A autoridade policial também frisou sobre a importância do registro de Boletim de Ocorrência a fim de que a Polícia Civil possa tomar as medidas necessárias. “É de fundamental relevância que a vítima possa comparecer o quanto antes a uma delegacia, para fazer o registro de Ocorrência e requerer medidas protetivas de urgência, a fim de interromper o ciclo de violência e possibilitar que o autor ou autores sejam responsabilizados na forma da lei”, conclui.
Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins
(SECOM)


